O ultimíssimo mandarim

por Christian Dunker & Cleyton Andrade

A arte do humor é uma arte difícil. Na arte de perder, dizia Elizabeth Bishop, quanto mais a gente se perde melhor a gente fica. Mas na arte do humor é o contrário, quanto mais a gente não se perde pior fica. Por isso a arte do humor não suporta mandarins, estes que se levam tão a sério. Acompanhamos o périplo de Ultimíssimo Lacan pelo Facebook, com suas inúmeras “zuações”, algumas ótimas e outras nem tanto. Contudo, sua despedida dos gramados brasileiros foi abaixo da crítica. Na seção dedicada ao Folclore Lacaniano o Ultimíssimo descreve a imaginativa categoria do Currupira Escrivão, como alguém que publica demasiado e apressadamente:

            “Tudo que ele fala e pensa deve ser transformado em livro, coluna ou até comentário no Facebook: afinal, toda reportagem banal se engrandece com um comentário psicanalha.”[1]

Na arte do humor é preciso cuidado para que a crítica não transpareça denúncia ressentida ou raiva mal-contida. Se você quer denunciar o apressamento e o produtivismo universitário que assola certos lacanianos, não é muito astucioso colocar no seu próprio Currículo Lattes este mesmo texto, com o seu nome[2]. Publicar como anônimo e depois contabilizar em nome próprio na maratona dos pontos acadêmicos é como contar a piada e explicá-la depois. Denuncia que a cobiça pode derrotar sua covardia.

Melhor seria seguir o exemplo de Lacan Caminhoneiro[3] que consegue reunir o sublime e o ridículo, combinando a mais alta costura literária francesa com a popular sabedoria viajante das estradas brasileiras. Outro bom exemplo são as duas edições da Revista Cult, sobre Psicanálise Marginal[4], organizadas por Ricardo Goldenberg e Nina Leite, que investiram no humor como estratégia crítica, com bons e maus momentos. Humor e auto-ironia a serviço da perda ou distanciamento de si, se vê no Diário de um analisante em Paris[5], no pessoal do Lavra Palavra[6] e sua esteira zizekiana, bem como no simpático Psitiras[7]. Assim tem sido a tônica da Revista Lacuna. Para alguns o humor massifica e populariza a psicanálise, o que seria ruim, para outros, ele é um traço da mutação brasileira do lacanismo, como Maria Rita Kehl[8] convocara anos atrás.

Humor é risco, às vezes acerta, outras erra. Nem todo humor é cômico porque se o primeiro pode ser usado como instrumento crítico, o segundo facilmente incita a covardia moral e a depreciação acusatória. O humor tem um compromisso com a verdade, sem isso ele fracassa porque deixa aparecer algo imperdoável para sua prática: a deslealdade.

O humor não requer coerência absoluta, mas ainda assim é importante levar em conta a diferença entre a proposta de Lacan, em sua revista Scilicet, que publicava textos anônimos para conter o impulso narcísico da autoria e nos fazer olhar para a letra do que se escreve, mais do que para o brilho ou assinatura de seu autor, e o uso contemporâneo do anonimato para praticar denúncia gratuita. Uma coisa é dar voz aos excluídos, anônimos e invisíveis sociais, outra coisa é apoiar-se no anonimato para praticar a covardia e proteger narcisicamente seu nome da inconsequência de suas palavras.

Anos atrás escrevi uma paródia do lacanismo brasileiro chamada Folclore Lacaniano. Confesso que fiquei um pouco enxabido quando vi a ideia voltar sem referência ou citação no derradeiro artigo do Ultimíssimo, praticando assim a “apropriação indébita” que ele alude contra os lacanianos. Logo depois pensei que isso era parte de meu complexo de publicação, consolando-me com a afirmação de Lacan sobre a inexistência da propriedade intelectual. Naquela ocasião sugeri que da cruza entre a mitologia francesa do Unicórnio e a narrativa nacional do Saci Pererê brasileiro às vezes nasce uma Mula sem Cabeça, que cospe fogo pelas ventas que ela não tem, mas às vezes sai também a Mula com Cabeça. A Mula com Cabeça sabe um bocado de coisas, até mesmo grego, francês ou mandarim, mas mesmo assim permanece sendo o que é em essência, ou seja, uma mula.

A eficácia crítica do humor depende do clima social no qual ele acontece. Neste momento que transpira ódio e denúncias agressivas forma parte da paisagem social o uso do pseudônimo, do anonimato, da denúncia agressiva, é como interpretação mal feita: cara eu ganho, coroa você perde, se pegar pegou, senão ninguém vai pagar a conta mesmo.  Como psicanalistas, nesta hora biopolítica seria importante repensar a função do humor para tentar subverter o contexto que tornou possível sua apropriação pelo pior.

Vejamos outra aparição da Mula com Cabeça. No texto “A psicanálise e os mandarins[9], publicado na Revista Lacuna, reencontramos a mesma atitude de covardia desfocada. Só que agora não é o autor que se esconde sob anonimato, mas é o objeto criticado que não é nomeado. Voltamos ao Saci Pererê que pode ser pego porque veste a carapuça. O texto critica o livro vencedor do Prêmio Jabuti de 2016, chamado Lacan chinês: poesia, ideograma e caligrafia chinesa de uma psicanálise, de autoria de Cleyton Andrade, mas óbvia e deslealmente não o cita ou menciona. Ele atinge também a resenha de Christian Dunker, sobre o referido livro, publicada na Revista Cult[10], e ainda um par de aulas públicas sobre o vazio taoísta em psicanálise.

Sua crítica dirige-se aos mandarins lacanianos: burocratas, intelectuais ou artistas cultivados que se apossam da língua chinesa para uso e abuso de poder. São como a casta de guardiões da língua escrita, que se forma junto com o Império Chinês, ou como jesuítas brasileiros, que descrevem línguas indígenas a partir do latim clássico. Neste tom “humorado” somos lembrados da hipótese de Rousseau, comentada por Freud em “Considerações sobre Guerra e Morte”, a saber: “se alguém pudesse matar, por um simples ato de vontade, um velho mandarim em Pequim, cujo passamento lhe traria enorme vantagem” deveria fazê-lo ou não?

Os tais mandarins da psicanálise, que só a título de “hipótese”, poderiam ser eliminados, fazem coisas horríveis: levianamente proferem colóquios, publicam corolários em artigos, consagram suas famigeradas influências na psicanálise, escrevem livros supostamente especializados e são curiosamente reconhecidos pela comunidade editorial e analítica. Ou seja, voltamos ao problema dos Currupiras Lacanianos, que publicam demais e ainda assim ganham prêmios que pertenciam aos, como chamá-los: Surrupiras?

A denúncia segue. Estes tais mandarins da psicanálise baseiam-se em conhecimento superficial dos aspectos morfológicos, fonológicos, sintáticos da língua. Eles confundem tom com entonação, afirmam tolices como: “não existe verbo ser em mandarim”. Surge então a sentença em forma de pergunta:

            “(…) Qual o papel, na psicanálise, dessa língua que permanece desconhecida, por assim dizer, justamente porque pouco dela se procura conhecer, de fato? Qual é o mandarim da psicanálise; ou, justamente: na psicanálise, onde estão os mandarins?”

Para responder a este super-desafio pensamos em formar esta dupla caipira de chineses paraguaios: Cleyton & Christian. Dois Sacis mancos na excelsa ciência do mandarim, dispostos a vestir a carapuça.

Confessamos de saída. Não nos dedicamos à senda milenar do mandarim, nem cumprimos as votivas dos hexagramas deixados cair do céu pelas inscrições legadas no casco partido da tartaruga que inspira o I-Ching. Sim, ganhamos o prêmio Jabuti que lhe seria devido pelo rigor e mestria na matéria. Somos apenas estudantes dedicados às menções de Lacan ao chinês e à exegese de seus mestres como Cheng e Demiéville. Valorizamos ainda o comentário organizado por Haroldo de Campos, onde se lê:

“Não existe nenhum verbo “ser” comparável à forma inglesa. O shih coloquial não    transmite a ideia de existência. O wei literário, por outro lado transmite uma ideia de ch´eng que significa “tornar-se”. […] O sistema chinês de Lógica não se baseia na lei da identidade”[11] [presumida na noção de   ser].”

Tudo bem. Este deve ser um entre os milhões de teóricos chineses da linguagem e provavelmente não representa opinião consensual. Mas será que isso realmente caracteriza nossa atitude como um ato de leviandade, “praticado por pessoas que se poderiam, então, nomear “os mandarins” da psicanálise”? Ou estamos diante de uma crítica que se volta, performativamente, contra quem a enuncia? O guardião da língua, o senhor vigilante da ordem, o burocrata de carreira, que respeitamos e lemos, não seria mais um caso, quiçá transitório, da síndrome nacional da Mula com Cabeça?

O nosso mandarim caipira segue mais o tom e a entonação do inspetor Cruseau quando tentava aprender inglês. Nossa pronúncia pode ser péssima, mas isso é tão importante quanto saber que as amêndoas são da família dos pêssegos, ou seja, uma verdade inútil. É como o caso do bom aluno que “de tão comunista, mas tão comunista, na faculdade foi aprender russo para ler Marx no original”. Com seu certificado de proficiência em mãos, emitido por um órgão oficial do governo, não poupa críticas ao texto original, acusando sistematicamente as incorreções e equívocos linguísticos. Ora a gramática, ora a fonética, ora observações sobre os fones, diferenças entre tons e entonações, tudo é um desastre.

Essa é bem a típica atitude da Mula com Cabeça, fixada que está na etiqueta psicanalítica. Se o cara vai a um programa de televisão ela relincha, se ele dá aulas na universidade ela relincha duas vezes (com pronúncia chinesa perfeita). Se o sujeito publica ou ganha prêmio ela sobe nos cascos. E se participa da politica? Aí então o rabo vira o helicóptero da Elis Regina. Com seu coice quer caçar a “carteirinha” de psicanalista dos outros, com seu texto empolado, em estilo maionese lacaniana, expele regras do tipo: “psicanalista que se preze não tem Facebook”. Realmente, Mula com Cabeça é um animal imaginário.

Como convém ao humor que se leva a sério demais, a crítica não recai tanto em nossas teses, mas em nossa atitude: impostora, ilegítima e usurpadora. O crime de responsabilidade por chinoiserie psicanalítica, pelo qual estes dois Sacis deveriam ser punidos, é tipificado nos traços de saber artificial e imitativo, que tanto mal fez à incorporação do lacanismo no Brasil, mas que vem sendo objeto de nossa crítica mais sistemática[12]. A Mula com Cabeça cospe fogo em todas as direções, inclusive na direção de seus potenciais amigos e aliados.

No filme O Ilusionista, de 2006, um espectador interpela o delegado, sobre um gesto do mágico que denuncia o príncipe. O policial responde: “Isso é uma ilusão.” E recebe a resposta: “O que isso importa?” O que importa não é se algo é ou não uma ilusão, mas se a ilusão é capaz fazer emergir um fragmento de verdade. Entre saber se um é ou não o maior sinólogo lacaniano ao sul do equador e os outros são dois Sacis falsários, convenhamos que é melhor reconhecer que Mula com Cabeça é um animal imaginário. Mêncio, segundo o comentário lacaniano, ensina que o manejo com os semblantes pode fazer emergir um fragmento de verdade do gozo. Esse é também o objetivo do uso crítico da magia e humor.

No filme Desconstruindo Harry, 1997, de Woody Allen, um personagem é acometido por uma curiosa síndrome de perda de foco. Sendo ele um ator, durante as filmagens percebemos que todas as imagens estão nítidas e com foco, com exceção da dele. Em vez de modificar sua distância a si, ele quer que os outros passem a usar óculos corretivos, de forma que “o mundo se adaptasse à sua distorção”.  É mais ou menos isso que a síndrome da Mula com Cabeça vem produzindo entre psicanalistas brasileiros. Em vez de perceber afinidades e rever o legado de estrangeirismos que nos formou, saímos por aí denunciando óculos chineses feitos no Paraguai.

Budapeste de Chico Buarque não respeita o húngaro e mesmo assim recebe o prêmio Jabuti em 2004. Nele não há um cursinho básico ou avançado de húngaro, “a única língua do mundo que, segundo as más línguas, o diabo respeita”. Nada disso é álibi para que, dos cascos da Mula com Cabeça ressurja uma carapaça do dia para a noite.

A falta de foco é desastrosa tanto para o crítico quanto para o humorista. Imaginemos que alguém assista ao filme Um Conto Chinês, com Ricardo Darín. Tomado pela síndrome da Mula com Cabeça e sua conversa de curral, ele sentencia: Ricardo Darín não é chinês, (com razão), o filme não é chinês (verdade) e nem explicita se o personagem chinês fala mandarim ou cantonês (de fato). Sim, a Mula com Cabeça tem sempre razão. É por isso que este tipo de delação é sempre premiada, ainda que por 15 minutos. Todos sabem que Darín é argentino. Ele nunca quis ser chinês. O significante não é a coisa, e um conto chinês não precisa ser chinês.  Assim como um livro chamado Lacan chinês não é uma atribuição de predicação identitária ao seu autor ou às suas teses, muito menos de unificar a miríade de línguas em um conceito universal (e falso). O rei está nu, é verdade, mas que tal olhar em volta e ver que estamos todos numa praia de nudismo?

É preciso tempo, embora não apenas tempo.

Será mesmo que esta paródia involuntária sobre quem é o dono do chinês não permite reconhecer o desejo secreto de se tornar um mandarim da psicanálise? Ou o desejo nem tão secreto de autoria, no ultimíssimo texto do Ultimíssimo Lacan? Ou o desejo de aparecer e ganhar prêmios, que é em si algo bobo e universal, mas que volta relinchando como mau-humor denunciativo, quando não é reconhecido pela própria pessoa. Será que vamos ter que aposentar para sempre o conceito de projeção?

A boa pergunta não é quem são os mandarins, estes impuros e elimináveis apropriadores de línguas, mas o que fazer com esta indeterminação linguística que vai do chinês ao mandarim e do francês ao brasileiro. A respeito da língua, a escolha do mandarim não é apenas o mais correto, é o mais sóbrio. O especialista esclarecido é de grande ajuda e deveríamos trabalhar juntos, estes poucos que se dedicam ao oriente lacaniano. Mas ele não precisa ser um super-herói da Freudian Marvel ou da Lacanian Comics, para iluminar nossa dupla formada por um vendedor de cocos e outro mascate de óculos paraguaios. Perdemos em ciência e erudição oriental, mas estamos aprendendo com isso (the art of loosing isn´t hard to master). Enquanto isso esperamos que a cabeça da Ultimíssima Mula Lacaniana volte ao seu lugar.

Enquanto isso, dizemos ao nosso nobre titulado em russo, que lê Marx, sem óculos corretivos de Harry; respondemos ao delator do Conto chinês, àquele que espera aprender o ultimíssimo húngaro com o Chico; ao delegado lacaniano, especialista ambiental em javanês, como alguns dizem lá pelas bandas de Minas, junto ao fogão de lenha, ao som da dupla caipira Cleyton & Christian: não adianta vir com garfo porque hoje é sopa! 

REFERÊNCIAS

DUNKER, Christian Ingo Lenz & KYRILLOS NETO, Fuad (2015) Conflito entre psicanalistas e impasses fálicos da brasilidade. Stylus, n. 29. Rio de Janeiro, nov. 2014.

DUNKER, Christian Ingo Lenz (2016) Lacan chinês. In: Revista Cult. <https://issuu.com/revista.cult/docs/cult141>.

GOLDENBERG, Ricardo & LEITE, Nina (2015) Dossiê Psicanálise Marginal. Revista Cult.

KEHL, Maria Rita (2002) Psicanálise e ética. São Paulo: Companhia das Letras.

LACAN, Ultimíssimo (2015) Folclore lacaniano. Lacuna: uma revista de psicanálise, São Paulo, n. 0, p. 6, 2015. Disponível em: <https://revistalacuna.com/2015/09/29/folclore-lacaniano/>.

PFEIL, Claudio (2015) Diário de um analisante em Paris. São Paulo: Zagodoni.

REINO GUIMARÃES, Luis Moreno (2016) Folclore Lacaniano. Lacuna: uma revista de psicanálise, São Paulo, n. 0, p. 6, 2015. Disponível em: <https://revistalacuna.com/2015/09/29/folclore-lacaniano/>.<https://uspdigital.usp.br/tycho/curriculoLattesMostrar?codpes=3671912>.

SOUZA JR., Paulo Sérgio de (2016) A psicanálise e os mandarins. Lacuna: uma revista de psicanálise, São Paulo, n. -2, p. 5, 2016. Disponível em: <https://revistalacuna.com/2016/12/06/n2-05/>.

TUNG-SUN, Chang (1994) “A teoria do conhecimento de um filósofo chinês”. In: CAMPOS, Haroldo de (Org.) Ideograma: lógica, poesia e linguagem. São Paulo: Edusp.


* Christian Dunker é psicanalista e professor titular do Instituto de Psicologia da USP. Colunista de várias revistas, pós-doutor pela Universidade Metropolitana de Manchester, analista membro da Escola dos Fóruns do Campo Lacaniano. Recebeu o Prêmio Jabuti em 2012 por Estrutura e constituição da clínica psicanalítica (Annablume, 2011).

* Cleyton Andrade é psicólogo e psicanalista. Professor do Instituto de Psicologia da Universidade Federal de Alagoas. Faz parte do Laboratório de Pesquisa em Psicanálise da Universidade Federal de Alagoas. Integrante dos grupos de pesquisa do CNPQ – Psicanálise, clínica e contemporaneidade, e Epistemologia e Ciência Psicológica. Coordenador do Serviço de Psicologia Aplicada do Instituto de Psicologia da UFAL. É mestre e doutor em Psicologia pela UFMG.



[1] LACAN, Ultimíssimo (2015) Folclore lacaniano. Lacuna: uma revista de psicanálise, São Paulo, n. 0, p. 6, 2015. Disponível em: <https://revistalacuna.com/2015/09/29/folclore-lacaniano/>.

[2] REINO GUIMARÃES, Luis Moreno (2016) Folclore lacaniano. Lacuna: uma revista de psicanálise, São Paulo, n. 0, p. 6, 2015. Disponível em: <https://revistalacuna.com/2015/09/29/folclore-lacaniano/>.<https://uspdigital.usp.br/tycho/curriculoLattesMostrar?codpes=3671912>.

[3] Lacan Caminhoneiro

[4] GOLDENBERG, Ricardo & LEITE, Nina (2015) Dossiê Psicanálise Marginal. Revista Cult.

[5] PFEIL, Claudio (2015) Diário de um analisante em Paris. São Paulo: Zagodoni.

[6] Lavra Palavra

[7] Psitiras

[8] KEHL, Maria Rita (2002) Psicanálise e ética. São Paulo: Companhia das Letras.

[9] SOUZA JR., Paulo Sérgio de (2016) A psicanálise e os mandarins. Lacuna: uma revista de psicanálise, São Paulo, n. -2, p. 5, 2016. Disponível em: <https://revistalacuna.com/2016/12/06/n2-05/>.

[10] DUNKER, Christian Ingo Lenz (2016) Lacan chinês. Revista Cult. <https://issuu.com/revista.cult/docs/cult141>

[11] TUNG-SUN, Chang (1994) “A teoria do conhecimento de um filósofo chinês”. In: CAMPOS, Haroldo de (Org.) Ideograma: lógica, poesia e linguagem. São Paulo: Edusp.

[12] DUNKER, Christian Ingo Lenz & KYRILLOS NETO, Fuad (2015) Conflito entre psicanalistas e impasses fálicos da brasilidade. Stylus, n. 29. Rio de Janeiro, nov. 2014.




COMO CITAR ESTE ARTIGO | DUNKER, Christian; ANDRADE, Cleyton (2017) O Ultimíssimo Mandarim Lacuna: uma revista de psicanálise, São Paulo, n. -3, p. 11, 2017. Disponível em: <https://revistalacuna.com/2017/04/28/n3-11/>.